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  Situação do setor dos suínos em Portugal e na UE


As trocas comerciais de Portugal, entre Janeiro e Setembro de 2017, e quando comparados com o mesmo período de 2016, tiveram comportamentos idênticos, havendo reduções globais quer nas importações quer nas exportações.

Assim, as importações de suínos para abate aumentaram 1,1% (de 907 751 cabeças em 2016 para 918 150 cabeças em 2017) e as de carne foram -1,9%. As exportações de porcos reduziram-se 18% (de 174 303 cabeças em 2016 para 142 949 cabeças em 2017) e as de carne foram inferiores 7,3%. No total, e em quantidades, as importações foram de 159 066,4 tons em 2017 (162 102,9 tons em 2016) e as exportações foram de 48712,8 tons (52 526,5 tons em 2016).

Decompondo estes números, e começando pelas importações, temos que as importações de carne fresca e refrigerada baixaram 0,4% passando de 62 774,2 tons em 2016 para 62 496,6 tons em 2017. As importações de carne congelada subiram 5,5% passando de 18 295,0 tons em 2016 para 19 303,8 tons em 2017. As importações de miudezas baixaram 16,5% passando de 1 475,9 tons em 2016 para 1232,1 tons em 2017.

Nas exportações, Portugal reduziu as suas vendas ao exterior em 7,3%. Assim, a venda de carne fresca e refrigerada apresentou uma descida de 12,8% em relação a 2016, passando de 14 140,4 tons para 12 326,9 tons. Na carne congelada a descida foi de 12,4% em 2017 quando comparada com o ano anterior, passando de 13 974,9 tons para 12 245,6 tons. A venda de miudezas apresentou uma redução de 4,7% passando de 8 127,6 tons para 7747,6 tons.

Em relação ao valor em euros, as importações aumentaram 16,8%, já que 2016 foram 283,2 milhões de euros e em 2017 foram de 330,7 milhões de euros. Já as exportações aumentaram o seu valor de comercialização em 14,8%, sendo que em 2016 tinham sido 83,9 milhões de euros e em 2017 foram de 96,3 milhões de euros.

Daqui pode-se concluir que, tanto as importações como as exportações de Portugal em 2017, foram menores em quantidade mas a preços bem mais elevados do que no ano 2016.


De acordo com os dados publicados pelo GPP, fornecidos pelo INE como dados preliminares, relativos a abates de suínos em Portugal e das suas trocas comerciais nos 9 primeiros meses de 2017, os números reduziram-se em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados relativos aos abates aprovados para consumo no nosso país durante nos primeiros 9 meses deste ano, apresentam uma redução de 5,2% no número total de cabeças (3 987 711 em 2017 contra os 4 205 714 de 2016) em comparação com o mesmo período de 2016. Estes números são decompostos entre 3 135 340 cabeças de porcos de abate (-6,1% do que em 2016) e 835 318 leitões (-1,1% que em igual período de 2016) e 17 053 reprodutores (-28,7% que em 2016).

Os pesos de abate também se reduziram, sendo que a redução foi de 6,8% nos porcos de abate e de 1,2% nos leitões. Em termos percentuais, significa que os animais abatidos pesaram menos do que os do ano passado neste mesmo período, já que a redução percentual dos pesos foi superior à redução percentual do número de cabeças abatidas.


A União Europeia exportou 2 799 983 toneladas de carne de porco desde janeiro até o final de setembro, o que supõe menos 326 mil toneladas em relação ao mesmo período de 2016, menos 10,4 por cento.

A maior descida verificou-se nas exportações para a China, que passaram de 1,46 milhões de toneladas nos primeiros nove meses de 2016 para 1,02 milhões no período homólogo de 2017, o que supõe uma redução de quase 447 mil toneladas, menos 30,5 por cento.

Outros destinos receberam um total de 82 mil toneladas adicionais em 2017, incluindo os Estados Unidos, as Filipinas, Coreia do Sul e Japão.

No mês de setembro foram exportadas 321 962 toneladas fora das fronteiras da União Europeia (UE), que apesar de assinalar uma quebra de 6,14 por cento em relação a setembro de 2016, é o terceiro melhor mês de exportação de 2017, depois de janeiro e março.

A exportação de carne de porco para a China em setembro foi de 121.311 toneladas, um valor inferior 22 104 toneladas em relação mesmo período do ano anterior. Apesar desta descida, as exportações crescem todos os meses desde abril. No mesmo mês, as saídas dos estados Unidos para a China ascenderam a 18,237 toneladas, o que reflete volumes decrescentes durante vários meses, enquanto as exportações do Canadá regressam ao mercado chinês com 20,931 toneladas em setembro.






Fonte: 3tres3 / GPP / CONFAGRI / Agrodigital

 
 
23-11-2017
       
 
   
 
 
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