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  Aicep divulga síntese sectorial do mercado de vinhos chinês


A Aicep — Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal acaba de publicar a Síntese Sectorial de Vinhos da China. No documento os analistas da Agência apresentam uma caracterização do mercado chinês de vinhos, nomeadamente dimensão e evolução da produção, relações comerciais internacionais, países fornecedores, principais características da distribuição e do consumo e tendências do mercado.

Com cerca de 1.366 milhões de habitantes e um PIB per capita de 8.220 dólares, a China é o país mais populoso do Mundo, a segunda economia mundial e o segundo maior importador de bens. Com importações de vinhos no valor de 2,1 mil milhões de euros em 2016 e com um aumento médio anual de 17,5% desde 2012, a China foi o 4º maior importador mundial do sector no ano passado.


Quinto país que mais vinho consome

Segundo a OIV a China é, em termos absolutos, o quinto país que mais vinho consome, ficando em 2016, muito à frente de outros grandes mercados como o Reino Unido, a Espanha, a Argentina ou a Rússia. Todavia, o consumo per capita é ainda pouco expressivo, em torno de 1,4 litros.

Em 2016 Portugal foi, apenas, o 66º fornecedor do mercado chinês com uma quota de 0,1%, mas posicionou-se como 10º fornecedor de vinhos, com 0,8% do mercado. No mesmo ano a China foi o 13º cliente dos vinhos engarrafados portugueses e o 9º destino dos espumantes e espumosos nacionais.

As vendas de vinho concentram-se no Leste, onde ficam as cidades com uma melhor qualidade de vida, mais dinâmicas, com uma população com salários mais elevados e maior crescimento, onde vivem mais expatriados e onde há uma maior aceitação e conhecimento dos produtos importados, explica a análise da Aicep.

Todavia, acrescentam os analistas da Agência, as cidades de segunda e terceira grandeza bem como a importância do crescimento rápido do comércio online e das lojas de produtos gourmet “são oportunidades a que as empresas portuguesas do sector não deverão descurar”.

Pode consultar o documento aqui.





Fonte: Agricultura e Mar Actual

 
 
18-12-2017
       
 
   
 
 
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