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  Produção de carne na UE estável até 2030


A produção de carne na União Europeia (UE) a médio prazo prevê-se estável,  num total de 47,5 milhões de toneladas em 2030, face às 47,3 milhões de toneladas em 2017, enquanto a procura também passa por uma estabilidade.

De acordo com a última informação de previsões para o período 2017-2030 publicada pela Comissão Europeia, os produtores podem vir a enfrentar preços mais baixos nos próximos anos devido ao alento da concorrência, mas os preços das rações também podem vir a descer.

Para o final do período de perspetivas espera-se que os preços estabilizem devido à grande oferta que cobre a crescente procura mundial.


No caso da carne de bovino, a produção reduziu depois de um aumento do censo leiteiro na União Europeia (UE) em 2012/2014.

Em 2014-2016, a produção recuperou e em 2017 estagnou, antes de regressar a uma tendência descendente devido à redução do número de animais e a uma menor procura.

Prevê-se que em 2030, a produção de carne de bovino diminua para 7,5 milhões de toneladas, impulsionada principalmente por uma quebra da procura dos consumidores e a evolução do censo de vacas leiteiras, mas a um ritmo mais lento que em 2005-2013.


Devido ao crescimento das exportações para a China, os preços da carne de porco recuperam em 2016 e 2017. A produção aumentou a curto prazo, aproveitando esta oportunidade.

Atualmente espera-se uma expansão, mas apenas em 2030, apesar dos preços favoráveis das rações, devido à estabilização do consumo na UE e a concorrência no mercado mundial.

Estima-se que a produção desta carne venha a descer menis de 1 por cento na UE dos 15, enquanto aumenta em 235 mil toneladas, mais sete por cento na UE dos 13 em 2030.


Para a produção de carne de aves da UE espera-se um aumento de 4,6 por cento entre 2017 e 2030, decido ao impulso da procura mundial e o consumo interno. Prevê-se um crescimento anual de 0,3 por cento frente a 2,7 por cento registados nos últimos 10 anos.

Estima-se que as exportações da UE aumentam em 18 por cento em 2030 graças às vendas de diferentes cortes de carne e vísceras e a um amplo portfólio de destinos. No entanto, os preços passam por uma pressão devido à maior concorrência no mercado mundial mantendo-se abaixo dos níveis observados em 2011-2015.


No caso dos ovinos e caprinos, depois de vários anos em declive, espera-se que a produção e o consumo aumentem marginalmente, em resposta a uma maior rentabilidade e à implementação da ajuda associada. Os preços da UE podem passar por uma queda nos próximos anos em resposta á evolução dos preços mundiais, seguida de uma estabilização em termos nominais.






Fonte: Agrodigital / Agronegócios / CONFAGRI

 
 
20-12-2017
       
 
   
 
 
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